Propõe um ESG que toca a alma, com olhar especialmente direcionado ao Social (S) e à Governança (G). Vai muito além dos números, focando na humanização dos processos, diversidade, equidade e inclusão como pilares de uma cultura verdadeiramente sustentável. Destaca como a próxima fronteira dos negócios está na era dos valores, onde o cuidado com o humano é o maior indicador de responsabilidade e visão de futuro.
